quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O Rio de Janeiro continua lindo!


Nossa! Que saudades de escrever no meu blogsinho lindo.....
Hoje vou falar do Rio de Janeiro. Cidade maravilhosa, praias lindas, gente linda - ou quase. Lotada de carros, engarrafada - como se diz lá no Rio - até a tampa.
Pois é, fui com a equipe de trabalho na última sexta feira, num "bate-e-volta" de carro. Saímos de São Paulo às cinco horas da manhã e, paradas técnicas fisiológicas e mecânicas, conseguimos chegar lá por volta das onze e trinta. Claro, pegamos um congestionamento - como se diz aqui em São Paulo - básico de fim de estrada numa avenida de entrada em uma cidade enorme, aliás, única entrada para ônibus, caminhões e carros vindos de todos os lados dos subúrbios cariocas e do sul brasileiro.
Conversa vai, conversa vem, traçamos nosso itinerário e nos aventuramos pelas ruas cariocas. Resolvemos não pegar a Linha Vermelha para chegar à Copacabana, primeiro ponto de parada, já que a famosa "marginalrodoanelminhocão" de lá está sempre congestionada do começo ao fim. Boa escolha. Pegamos a Avenida Atlântica desde o começo e foi um passeio lindo, passando por pontos turísticos que não via há muito tempo, como a cúpula da Candelária, o prédio da Central do Brasil, a marquise do MAM, ao lado do Aeroporto Santos Dumont e quase em frente à Glória, no Aterro do Flamengo. Matei as saudades da linda e singela igrejinha da Glória, no alto de um monte que, na época em que morei no Rio, me parecia enorme e vazio. Hoje, está cheio de casas... Mas, olhei para frente e vi a Pedra da Gávea e o Morro dos Dois Irmãos. Olhei para o lado e me senti amada com o abraço afetuoso do Cristo Redentor.
Saindo de Copacabana, passamos pela Lagoa Rodrigo de Freitas e pegamos a bendita e cheia Estrada Lagoa - Gávea, passando pelo horrível Hospital Miguel Couto para chegar à Barra da Tijuca, próxima parada. A volta foi um verdadeiro Trabalho de Hércules... Quase uma hora e meia para chegar ao Shopping da Gávea, onde seria o penúltimo encontro do dia, quase sete da noite. Chovia e estava frio... Cansados. Finalmente nos despedimos de nossa entrevistada e corremos para Botafogo para o último encontro. Botafogo da minha infância... Rua São Clemente, Rua Humaitá... Saudades.
Então, pusemos pé na estrada para voltar para Sampa. Pé na estrada? Numa sexta feira chuvosa? Avenida Brasil do Rio de Janeiro? Fomos mesmo malucos... E corajosos. Levamos umas duas horas para conseguir chegar até a Dutra. Cansados, com fome, fomos parando de vez em quando até chegarmos a nossa querida e vazia megalópole. Levando-se em consideração que eram quatro e meia da manhã e só assim mesmo é que a encontramos meio vazia.
Era sábado e estava frio. Cheguei feliz à minha casa e finalmente pude me deitar para dormir um sono justo, depois de passar mais de vinte e seis horas acordada.
Mas, apesar de tudo, pergunto: quando vamos de novo? Adorei!