domingo, 2 de setembro de 2012

Soneto de Amor


Amores sem começo, sem fim
Até sem o meio, sem sombras, apenas luz
Um projétil de paixão saído de um arcabuz
Então, que toquem os clarins!

No exílio da tua mansidão
Encontro-o sublime, lindo e real
Faça-me transcender mundos em mutação
E te serei eternamente leal

Das tuas lindas palavras 
Leio o poema que em mim lavras
Saudades que nem sei de quê

Neste soneto aprimoro minh'alma
Com cuidado reencontro a calma
Tu já me tens nas tuas palmas